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A
educação
A
cidade de Caldas Novas cultua devidamente os seus valores literários.
Exemplo disso é a constituição da Academia de Letras
e Artes de Caldas Novas. A Academia foi fundada em 31 de agosto de 1990
pelos professores Álvaro Catelan e Genesco Bretas, além
de Oscar Santos e Enoc Corrêa, e reúne pessoas que devotaram
parte de sua vida à educação e à arte literária.
A Academia de Letras e Artes de Caldas Novas permite recuperar a tradição
instaurada desde 1916, quando existiu nesse município o Grêmio
Literário Recreativo Minerva.
Esse grêmio visava despertar os jovens para a prática da
leitura. A cultura local nessa época encontrou em Orcalino Santos,
Pedro Branco de Souza, Mestre Orlando Rodrigues da Cunha, Cyro Palmerston
Guimarães, Pedro Celestino da Silva, José Virgiliano do
Carmo, João de Ozeda Ala, Odilon de Souza, José Theóphilo
de Godoy, os primeiros incentivadores e mecenas das artes literárias
da cidade. Outro grande destaque literário de Caldas Novas foi
Maria Cândida de Godoy. Filha de Juca de Godoy e Dona Béssie
Borges de Godoy, tornou-se a melhor declamadora de poemas da cidade, chegando
mesmo a fazer um curso de Declamação no Rio de Janeiro.
Por ter uma memória privilegiada e disciplinada, contava histórias
e estórias de Caldas Novas de forma totalmente despretenciosa e
natural. Desta mesma linhagem de intelectuais, Caldas deu a Goiás
a sensível e modesta figura do Professor Bretas. Genesco Ferreira
Bretas nasceu em Caldas Novas em 1911. Foi professor da Universidade Federal
de Goiás e um dos maiores estudiosos da história da Educação
no estado, além de ter sido um dos pioneiros na implantação
dos cursos de educação na UFG e na Universidade Católica
de Goiás. Nesse sentido, vale relacionar sua obra História
da Instrução Pública em Goiás, livro fundamental
para os estudiosos de História.
Oscar Santos é outro nome de destaque na história de Caldas
Novas. Além de político, era reconhecido por sua memória
invejável e por personificar o zelo pela memória histórica
de Caldas Novas. Juntamente com Celso de Godoy, fundou o primeiro jornal
editado na cidade, denominado O Kró. Este jornal circulou por cinco
anos na cidade, na década de 30. Celso de Godoy, outro importante
incentivador das artes e da literatura em Caldas Novas, merece um especial
destaque. Formado em Odontologia e Farmácia em Uberaba, era o maior
responsável pelo setor da saúde em Caldas Novas, visto que
mantinha sua atividade de farmacêutico e dentista. Mesmo assim,
nunca se descuidou das letras, tornando-se jornalista e incentivador da
Academia de Artes de Caldas Novas. Leitor assíduo, chegou a ter
uma biblioteca com mais de oitocentos títulos.
BANDEIRA
A
bandeira criada por Mario Emídio de Andrade e adotada por lei no
dia 20 de setembro de 1973, durante a administração de Martinho
Palmerston R. Guimarães, a bandeira conte as seguintes características:
Em cor azul celeste, representado a água (nossa fonte de riqueza),
e sentido horizontal, para direita e para esquerda, duas faixas onduladas,
também em branco, duas faixas verde-amarelo, em seguida vertical,
para baixo e para cima formando em seu todo um trvo e no centro do circulo
branco as iniciais CN , de Caldas novas em vermelho
Brasão
do município
O
brasão também criado por Mario Emídio de Andrade
e adotado por lei no dia 20 de Setembro de 1973, durante a administração
de Martinho Palmerston R.
Guimarães, os brasões contem as seguintes características:
Um escudo,
encimado por um castelo (em preto azul e branco) simbolizando a união
dos municípios.
Divide-se o escudo em quatro partes: a primeira, do lado superior esquerdo,
em frete amarelo, um lago (azul) em chamas se referindo, à Lagoa
Quente de Pirapitinga ; a segunda, lado superior direito, uma mala de
viagem
(emblema do turismo) em vermelho, com as iniciais CN em vermelho; a terceira,
do lado inferior esquerdo todo em marrom, representado o minério;
a quarta, do lado inferior direito a bandeira do estado de Goiás,
e em baixo uma faixa circular em preto, com os dizeres; Estância
Hidrotermal de Caldas Novas
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HINO
NACIONAL DE CALDAS NOVAS
Autor
: José Pinto Neto
Adaptado ao dobrado “ Quarteto Centenário”
Cantar
é ter dom
De propagar alegria
Em cada som
Levando aos corações
O doce enlevo
De recordações .
É o mundo possuir
E conhecer o que é amor
Ter, sempre a sorrir.
A alma toda
Na voz do cantor
CALDAS
NOVAS, de águas quentes.
Minha terra, onde eu nasci
Outros ares, outras gentes.
Como os teus eu nunca vi
CALDAS NOVAS que amo tanto
O meu deus te abençoou
Tuas fontes, remédio santo
Que a bondade de Deus legou
O CALDAS
NOVAS do garimpo
Onde te filho trabalhou
Teu céu azul e sempre limpo
O Bandeirante norteou
Alem de teu vale fecundo
Ostenta linda, majestosa
(igual não há no mundo)
SERRA DE CALDAS, esplendorosa. |
História
da Cidade - Academia de Letras
A
cidade de Caldas Novas cultua devidamente os seus valores literários.
Exemplo disso é a constituição da Academia de Letras
e Artes de Caldas Novas.
A Academia foi fundada em 31 de agosto de 1990 pelos professores Álvaro
Catelan e Genesco Bretas, além de Oscar Santos e Enoc Corrêa,
e reúne pessoas que devotaram parte de sua vida à educação
e à arte literária.
A Academia de Letras e Artes de Caldas Novas permite recuperar a tradição
instaurada desde 1916, quando existiu nesse município o Grêmio
Literário Recreativo Minerva. Esse grêmio visava despertar
os jovens para a prática da leitura. A cultura local nessa época
encontrou em Orcalino Santos, Pedro Branco de Souza, Mestre Orlando Rodrigues
da Cunha, Cyro Palmerston Guimarães, Pedro Celestino da Silva,
José Virgiliano do Carmo, João de Ozeda Ala, Odilon de Souza,
José Theóphilo de Godoy, os primeiros incentivadores e mecenas
das artes literárias da cidade.
Outro grande destaque literário de Caldas Novas foi Maria Cândida
de Godoy. Filha de Juca de Godoy e Dona Béssie Borges de Godoy,
tornou-se a melhor declamadora de poemas da cidade, chegando mesmo a fazer
um curso de Declamação no Rio de Janeiro.
Por ter uma memória privilegiada e disciplinada, contava histórias
e estórias de Caldas Novas de forma totalmente despretenciosa e
natural. Desta mesma linhagem de intelectuais, Caldas deu a Goiás
a sensível e modesta figura do Professor Bretas. Genesco Ferreira
Bretas nasceu em Caldas Novas em 1911. Foi professor da Universidade Federal
de Goiás e um dos maiores estudiosos da história da Educação
no estado, além de ter sido um dos pioneiros na implantação
dos cursos de educação na UFG e na Universidade Católica
de Goiás. Nesse sentido, vale relacionar sua obra História
da Instrução Pública em Goiás, livro fundamental
para os estudiosos de História.
Oscar Santos é outro nome de destaque na história de Caldas
Novas. Além de político, era reconhecido por sua memória
invejável e por personificar o zelo pela memória histórica
de Caldas Novas.
Juntamente com Celso de Godoy, fundou o primeiro jornal editado na cidade,
denominado O Kró. Este jornal circulou por cinco anos na cidade,
na década de 30. Celso de Godoy, outro importante incentivador
das artes e da literatura em Caldas Novas, merece um especial destaque.
Formado em Odontologia e Farmácia em Uberaba, era o maior responsável
pelo setor da saúde em Caldas Novas, visto que mantinha sua atividade
de farmacêutico e dentista. Mesmo assim, nunca se descuidou das
letras, tornando-se jornalista e incentivador da Academia de Artes de
Caldas Novas. Leitor assíduo, chegou a ter uma biblioteca com mais
de oitocentos títulos.
Referencia
bibliográfica:
As Fabulosas águas quentes de Caldas Novas – Taylor Oriente
Caldas Novas, Ontem e Hoje – Ana Cristina Elias / 1994.
Caldas Novas a nossa cidade (Cartilha) –.Magali Izuwa / 2003.
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